Panorama Executivo de Finance

Conheça as tendências estratégicas do setor financeiro em 2026.

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Num cenário de um mundo acelerado pela transformação digital, as empresas precisam tomar medidas que garantam a sobrevivência delas no mercado. Um dos pilares da transformação é a experiência dos clientes, pilar que pode ser sanado com soluções tecnológicas como chatbots e/ou aplicativos.

Nessa aceleração, clientes querem alcançar as soluções para seus problemas de forma fácil e prática, há poucos cliques na tela.

É inegável a frustração quando uma operação não vai bem ou em casos de mal atendimento, o que justifica a popularidade de plataformas de reclamações, por exemplo. Logo, empresas não podem dar espaço para que esses sejam seus problemas. 

Neste panorama, o bom relacionamento com os clientes e a praticidades são meios de aumentar o sucesso dos objetivos de negócio.

Como soluções, de um lado temos os aplicativos e do outro os chatbots, tecnologias comumente colocadas como rivais. Mas será mesmo que aplicativos e chatbots são como água e óleo, impossíveis de misturar?

Neste artigo, você vai conferir um guia completo sobre chatbots e aplicativos, dividido nos seguintes tópicos:

Embora se tratem de tecnologias distintas, elas podem andar juntas. Neste artigo vamos entender como isso é possível e ainda conferir exemplos da união estável entre apps e bots.

Chatbot e aplicativos: quais suas diferenças?

Cada tecnologia possui suas diferenças e respectivos benefícios. O desenvolvimento de aplicativos e chatbots demandam de diferentes competências, tempo de dedicação, valores, dentre outros pontos. Vamos entender melhor a seguir:

Aplicativos

Os aplicativos são como os programas do computador, porém feitos para os dispositivos móveis como celulares, tablets e wearables. Diferente dos softwares desktop, eles são mais práticos por nos acompanharem onde quer que estejamos.

A vantagem dos aplicativos para as empresas está na personalização, inclusão de diversas funcionalidades, experiência para os usuários, facilidades de processos internos, acessibilidade, servirem como canal de aquisição e retenção de clientes, entre outros.

Qualquer escopo de projeto pode ser atendido, o que justifica a personalização e inclusão de diversas funcionalidades na hora de criar um aplicativo. Logo, é plausível dizer que “o limite é o céu” quando se tratam de apps. 

Para tal, o pré-requisito é que eles estejam publicados nas lojas de aplicativos, ou ter o arquivo .apk disponível.

No entanto, existem casos de apps exclusivos, aqueles que somente usuários de uma determinada plataforma podem acessá-lo. As plataformas mais populares são Android e iOS, pertencentes ao Google e Apple respectivamente.

Embora pareça tudo a mesma coisa, publicar em cada loja de aplicativos exige alguns requisitos mínimos, como o código da aplicação ser compatível a cada plataforma.

Essa exclusividade é o que nomeia as aplicações como “desenvolvimento nativo” ou “aplicativo nativo”, mas existem outros tipos de apps: web apps e cross-platform.

Chatbots

Como o próprio nome já indica, os chatbots são softwares para conversas, sendo os interlocutores um humano e um robô.

A aplicação faz o processamento de linguagem para responder de forma natural as mensagens dos usuários. Isto é, criar diálogos menos robotizados e mais parecidos com conversas entre humanos.

Os objetivos dos chatbots também são a experiência dos usuários e servir como canais de aquisição, porém estes funcionam de forma diferente dos aplicativos.

Ao invés de serem softwares independentes, eles são sempre integrados a alguma outra plataforma, como WhatsApp, Facebook, Telegram, sites etc.

Empresas podem se beneficiar dos chatbots para o atendimento. Retomando o papo do imediatismo, os clientes conseguem entrar em contato de forma fácil com as empresas através desses chats, fazendo com que 100% deles sejam respondidos de forma rápida, prática e sem sobrecarregar o time de customer success.

Não só de atendimento ao cliente vive essa tecnologia, pois existem muitas utilidades nos chatbots, bem como gestão de informação, redução de custos, qualificação de leads e outros.

Afinal, chatbot e aplicativos são rivais?

Chatbots e aplicativos

A resposta para tal pergunta depende do ponto de vista e o que se pretende com eles.

Das plataformas que os chatbots podem se integrar, faltou mencionar que eles também podem servir nos aplicativos. Logo, não necessariamente chatbots e aplicativos são rivais

Aplicações governamentais do Brasil têm juntado ambas tecnologias em suas plataformas. Além do website do INEP, responsável pelo Enem, o aplicativo Caixa Tem também utiliza chatbots para realizar as operações de pagamento e transferências.

A decisão de incorporar o chatbot no aplicativo governamental nos traz uma reflexão: a fusão é positiva para a experiência do usuário já que a interação via chatbot torna as funcionalidades mais acessíveis ao público.

Embora inicialmente tenha apresentado problemas técnicos na aplicação, as avaliações na Play Store apontam que o app é fácil de utilizar.

Logo, com boas experiências e facilidade de uso, incorporar chatbots em aplicativos significa somar os benefícios de ambos e desfrutar de bons resultados para os negócios.

Vamos conferir outros exemplos de chatbots incorporados nos aplicativos.

Tecnonutri

O Tecnonutri é um aplicativo de acompanhamento nutricional. Antes de acessar as funcionalidades dele é necessário o login na aplicação, este feito através de chatbot. 

Banco Inter

O Banco Inter não utiliza chatbots da mesma forma que o app do Caixa Tem. Nele os bots são usados nas centrais de atendimento.

O app da fintech possui uma seção com as dúvidas frequentes dos usuários. Porém, quando não suficientes, os usuários podem solicitar atendimento que é iniciado pela assistente virtual Babi.

Se ela não der conta do recado, um atendente humano entra na conversa. Neste caso, a Babi serve como otimização de tempo e produtividade do time de CS.

Neon

Da mesma forma que o Banco Inter, o Neon também utiliza chatbots para atendimento aos clientes. Porém, ao invés de direcionar o usuário para um tema específico, você precisa explicar para a Blue, nome do chatbot, qual a questão a se resolver.

Vale a pena incorporar chatbot em aplicativos?

Tendo em vista os exemplos dados acima, dizemos que sim. Afinal, se tratam de aplicativos que possuem nome no mercado e que estão disponíveis há mais de um ano, exceto o Caixa Tem.

Claro que a decisão de ter ambas as soluções deve fazer sentido com a proposta de negócio e aos usuários.

Individualmente, os chatbots e aplicativos já possuem seus benefícios próprios. Logo, juntá-los significa potencializar os resultados de negócios.

Isso significa também amenizar, ou aumentar, os malefícios, como espaço de armazenamento nos dispositivos. Portanto, para que não se torne um problema, é necessário muito estudo e desenvolvimento de códigos eficientes.

Tudo isso deve ser prontamente analisado antes de tomar a decisão correta. Para tirar a dúvida, basta tomar pessoas como norte: o que lhes trará melhor experiência e comodidade? Afinal, negócios e tecnologias estão aí para solucionar problemas de pessoas.

Gostou de saber um pouco mais da relação de chatbots e aplicativos? Quer saber mais sobre aplicativos para empresas? Leia mais sobre como desenvolver aplicativos para negócios.

Esse artigo foi produzido em parceria com o blog UseMobile.

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